XEPA e um jogo de cartas destinado a crianças, que busca de forma ludica e educativa, evocar o sentimento de pertencimento ao território nacional e de valorização da cultura local. O projeto se tangibiliza na representação gráfica do imagético de brasilidade ao ambientar o jogo em uma feira-livre, essa que compõe o cotidiano e por sua vez a memória do povo brasileiro, ao expressar visualmente e sensorialmente a partir de cores, texturas e grafismos a cultura do pais.
Istituto Europeo di Design
2025
O desafio foi desenvolver um jogo de cartas que valorizasse a cultura das feiras livres brasileiras, utilizando elementos do design gráfico popular para criar uma experiência visual e lúdica. A proposta precisava dialogar com diferentes públicos, especialmente crianças, jovens e famílias, resgatar memórias afetivas e traduzir de forma acessível o dinamismo, a diversidade e a identidade presentes nesses espaços tão representativos do cotidiano brasileiro.
A partir de uma imersão visual e sensorial nas feiras livres, identificamos elementos como letreiros, adesivos, caixas e a diversidade de cores e texturas que inspiraram a criação da identidade visual, ilustrações e logotipo do projeto, com base em tipografias vernaculares. O nome "XEPA" vem do momento final da feira, quando os preços caem. Esse simbolismo de movimento e dinamismo foi essencial na concepção do jogo e em sua fundamentação teórica.
O resultado foi a criação de um jogo de cartas chamado XEPA, que valoriza a cultura brasileira de forma lúdica e educativa. Com foco no público infantil e familiar, o jogo promove identificação por meio de personagens, linguagem acessível e ilustrações inspiradas no cotidiano das feiras livres. A identidade visual e verbal celebra o imaginário popular, valorizando a diversidade e fortalecendo o vínculo com o território e a cultura nacional.
Autoria (S): Fyamma Sampaio, Isabel Cavalcante, Marcos Hasegawa e Raphael Gimenez. Orientador: Eliane Weizmann. Professores Daniel Grizante, Patricia Kiss, Erico Lebedenco, Maria Carol Toledo, Maya Guizzo